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sábado, 12 de novembro de 2011

De onde vem !O termo hot dog


Novo tema de onde vem !!!
No inicio o hotodog era chamado de "Frankfurter" pois surgiu na cidade de Frankfurter na Alemanha.
Desde o começo o pessoal o chamava de "daschund sausage" (salsicha daschund),
daschund era um cachorrinho magro e comprido, e o Frankfurter parecia muito com ele. Nos Estados Unidos a salsicha alemã era muito famosa, e o pessoal comprava o novo lanche dos ambulantes que gritava Comprem seu "daschund sausage" enquanto eles estão "red hot" (Aquecidas ao rubro). Ted Dorgan, um cartunista famoso da época, achava isso tão engraçado que em seu cartum mostrou os ambulantes vendendo cães daschund em um pão e gritando compre seus cachorros quentes! Depois disso o nome pegou!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Occupy wall street(Agora diga EM 3,2,1...Aleluia

"De uns tempos pra ká o bicho ta pegano (para os FDP dos "mais poderosos")
O americano simbolo de violencia e de intolerancia(e burrice), surpreendeu (EU)ultimamente, com uma "ideia" de um movimento chamado occupy wall, que é um movimento que começou a surgir no facebook, ganhou poder e multidão.
Vmos do começo, EUA e o Brasil são iguais (em relação ao povo idiota)basicamente falando,são formados por uma pessimo habito de nao fazer nada e por causa disso claro os FDP faziam mas não por nós claro, mas sim a favor deles
O americano que é um povo muito "acomodado","como se copo virace um um telefone !" (milagre, algo impossivel seu burro ) sai para as ruas e foram lutar e estão lutando pelos seus direitos afinal o povo que manda(deveria no caso!).E não foi um grupo poca coisa , mais sim multidão milhares,bilhoes,trilhoes o pais inteiro cansou da má distribuição de renda (brik´s foi "só" milhares infelizente)foram as ruas lutar bota terror para os FDP, o ultimo pais( do fundo da alma )que eu poderia imaginar lutando pelos direitos e os EUA( tirando o Brasil claro !).
No Brasil tbm (claro nao nas mesmas porções ),mas o negocio ta ficando mais interessante afinal minha vida tava uma bosta, vendo a bosta que é o povo mas agora isto(movimentos para o bem do povo) esta começando a ser como dizer "usado" pelo povo esta me deixando mais esperançoso, e um ponto importante por ser marca dos Eua (racismo) nao a diferença religiosa ou racial estão todos pelo bem comun do proximo e logo o seu bem, povo realmente (criou vergonha na cara )e esta pensando,estou bem feliz afinal ver cristão lutando junto com o satanista e vice versa e algo lindo de ser ver afinal que o bem seja para TODOS.Até

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Tem muita agua para beber ainda, basta buscar !!!(como ?)


Representação de um quasar semelhante ao APM 08279 5255, onde foi encontrado o reservatório. Crédito: NASA/ESA

O maior e mais distante reservatório de água do universo tem o equivalente a 140 trilhões de vezes a quantidade de água de todos os oceanos que existem na Terra, informou a NASA(Tio-san é muita água).

Esse reservatório foi encontrado na região gasosa que cerca o quasar APM 08279 5255, localizado na constelação Lynx, a mais de 12 bilhões de anos-luz da Terra. Isso significa que essa massa de água existia quando o Universo tinha apenas 1,6 bilhão de anos – hoje, ele tem cerca de 13 bilhões. Segundo Matt Bradford, que liderou uma das equipes que fez a descoberta no laboratório da Nasa em Pasadena, Califórnia, “o ambiente em torno desse quasar demonstra que a água está presente em todo o universo, mesmo em seus tempos mais antigos”. Os astrônomos já haviam detectado vapor de água na Via Láctea, mas numa quantidade 4.000 vezes menor.

Mas o que diabos é um quasar? É um objeto astronômico maior do que uma estrela e menor do que uma galáxia. Um quasar é alimentado por um enorme buraco negro que consome constantemente gás e poeira ao seu redor. Antes de ser engolida, essa matéria é atraída em direção ao buraco negro, formando um anel que libera muita energia. O quasar estudado aqui abriga um buraco negro com uma massa 20.000 milhões de vezes maior que o sol e produz energia equivalente a mil trilhões de sóis.

O vapor d’água foi descoberto graças a instrumentos capazes de observar comprimentos de ondas milimétricas e submilimétricas. Esses instrumentos detectaram características da água chamadas assinaturas espectrais e, assim, recolheram as informações necessárias para determinar o tamanho do reservatório.

Entaum imagine se tem forma de vida nesse aquario tio-san deve ser algo surpreendente.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Two and a Half Men(dois homens e meio) Muda !


Se você acessou a internet nos últimos três meses, a polêmica envolvendo Charlie Sheen e Chuck Lorre, o criador de Two and a Half Men, não é novidade. A vida desregrada do ator, que serviu de mote para a criação da série, acabou fazendo o feitiço virar contra o feiticeiro e a situação ficou insustentável.

Charlie, famoso por escândalos com drogas, prostitutas e casamentos arruinados, havia sossegado o facho no começo da série. Chuck Lorre foi pego de surpresa quando os maus hábitos voltaram a ser rotina durante a 7ª temporada. Quando Charlie começou a aparecer na mídia defendendo o “uso social” da cocaína, o produtor achou melhor colocar Two and a Half Man em hiato.

Muitas declarações, entrevistas e birrinhas depois, Lorre bateu o martelo: Charlie estava fora do programa e era hora de procurar outra pessoa. Entre os cotadíssimos Rob Lowe, John Stamos e Hugh Grant, o escolhido para subistituir o mulherengo irônico ,bebado... e mestre com as mulheres foi Ashton Kutchero.

Na boa para uam hora ia mudar mas sinceramente não vai ser legal,charles vive o personagem na vida real (kkk)ou contrario do de chapeuzinho,mais a suas razões.
(retirado da superinteresante com poucas modificações)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O pão francês pode acabar !!!


pensou em ter que tirar, para sempre, da sua dieta o delicioso pão francês? Pois um estudo realizado pelos pesquisadores da Science concluiu que, por culpa do aquecimento global, estamos cada dia mais perto dessa realidade.
A pesquisa analisou o impacto das mudanças climáticas nas quatro principais culturas consumidas pela população mundial – trigo, arroz, milho e soja – e concluiu que a produção do trigo é a mais afetada pelo aumento da temperatura: atualmente, ela está 5,5% menor do que se os termômetros não tivessem subido e a tendência é essa porcentagem aumentar junto com a temperatura global.

Sendo assim, a produção de todos os alimentos à base de trigo – como pães, massas e bolachas – sofrerá redução, mas a maior ameaça é à fabricação do pão francês. Isso porque, de acordo com os pesquisadores, a iguaria é uma das que possui maior teor de glúten: uma proteína encontrada na semente do trigo.

Ainda segundo os cientistas, por enquanto, os avanços nas tecnologias de produção estão dando conta de combater os efeitos da natureza e manter o ritmo de fabricação da iguaria, mas, quanto mais a temperatura subir, mais difícil será evitar o desaparecimento do pãozinho francês. Será que, com essa notícia, mais pessoas se animam a lutar contra o aquecimento global?

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Oxi nova forma de matar...



Se não bastasse o efeito devastador do uso do crack, que tem se espalhado pelas regiões sul e sudeste do Brasil, uma nova droga foi descoberta recentemente no estado do Acre, fronteira com a Bolívia. Possivelmente uma das mais potentes e perigosas drogas conhecidas, o oxi ou oxidado, como é conhecido pelos seus usuários, é uma variante do crack. A diferença é que, na elaboração, ao invés de se acrescentar bicarbonato e amoníaco ao cloridatro de cocaína, como é o caso do crack, adiciona-se querosene(ou gasolina) e cal virgem para obter o oxi. “A gente tinha idéia de que havia essa droga, mas nenhuma estudo científico comprovava”, conta Álvaro Ramos, presidente da ONG Rede Acreana de Redução de Danos – Reard.

Durante 2003 e 2004, a Reard pesquisou 75 casos de usuários de drogas provenientes do refugo – ou resto – da produção de cocaína boliviana. O foco do estudo, em princípio, era acompanhar o uso de mescla oumerla, droga amplamente usada nas cidades acreanas, e a vulnerabilidade dos usuários à Aids e demais doenças sexualmente transmissíveis. A mescla é uma espécie de “tia” mais rudimentar do crack, produzida a partir do refugo da cocaína, mais alguns produtos químicos como cal, querosene, acetona, solução de bateria elétrica etc. “Depende do traficante e de que produtos ele tem à mão”, diz Álvaro Mendes.

Prova de poder:Médicos dizem que ela é tão poderosa que no mesmo momento que a pessoa vicia nela a pessoa ja não se importa mais com crack ou qualquer outra droga,a psicoterapeuta diz que mesmo sendo mais forte ela facilita o tratamento por não ter um paramêtro com efeitos de outras drogas(a pessoa si liberta de todas as outras)por tão forte ser o efeito.

Preço ?:Cada pedra custa de 3,00 R$ A 5,00 R$ contrário do crack que é R$10,00 e ainda o oxi tem o efeito bem mais poderoso porém menos tempo, uma pessoa viu um usuario usar o oxi ele passou em estado de vomito deitado no chão e ainda ´´tirava um barato com aquilo e usava mais ainda quando conseguia se levantar``.

Porque tantos danos ? :Um professor de toxicologia disse que o grande vilão é o cal virgen usado para dar liga ao produto final onde quando é inalado vai aos pulmões petrifica e distroi os alvéolos(responsavel pela troca gasosa na respiração)e ainda a poucas informações sobre elas ,um viciado em oxi sua espequitativa de vida cai para menos de um ano após o uso.

A quanto tempo ?
Ja foi inventada a 10 anos no acre afirman só que agora que foi se espalhar para outras partes do país e resolveram tomar providências (poucas por sinal) sobre o assunto.
Por Hélio Pedroso

sábado, 19 de março de 2011

Oque significa ser 1337 ?


Leet é uma forma de se escrever o alfabeto latino usando outros símbolos em lugar das letras, como números por exemplo. A própria palavra leet admite muitas variações, como l33t, 1337 ou l337. O uso do leet reflete uma subcultura relacionada ao mundo dos jogos de computador e internet, sendo muito usada para confundir os iniciantes e afirmar-se como parte de um grupo.

Leet veio da pronúncia da palavra elite em inglês, no sentido de que o usuário que escreve em leet faz parte de uma elite dentro da comunidade. A expressão surgiu nos anos 80 como uma forma de taquigrafia (veja Internetês), devido à baixa velocidade dos modems da época.

Com o surgimento de BBS e outros grupos de discussão, o leet se diferenciou do internetês pelo uso de símbolos e números no lugar das letras para contornar os mecanismos de auto-censura desses grupos, que proibiam o uso de palavras de baixo calão ou que pudessem estar contidas em mensagens ilegais (como hacker ou maconha). Adicionalmente, era mais difícil expulsar de uma discussão um usuário cujo nome estivesse escrito em leet porque era necessário digitar o nome.

Nos anos 90, o leet continuou a evoluir naturalmente pela substituição de palavras por formas populares ou erros comuns de digitação (por exemplo, the é escrito teh, you é escrito joo ou j00). Palavras próprias do leet também foram cunhadas, geralmente baseadas em abreviaturas da língua inglesa, como LOL (de Laughing Out Loud, ou rindo alto).

Nessa época, ele também passou a ser usado em contextos mais amplos, para confundir ou afirmar uma atitude, e se popularizou entre os usuários de jogos online e MMORPGs. Também se tornou comum o uso do leet de forma irônica, como uma crítica a pessoas viciadas nesse jogos. Assim como roupas e gírias, o leet passou a ser uma forma dos jovens se diferenciarem também na internet.

Uma pessoa que representa este estilo é o Cauê Moura, o PC Siqueira... e alguns outros vlogers. Particularmente, minha opinião: rebeldes sem ou com causa, inteligentíssimos e que falam coisas que gostaríamos de dizer ou não...
Muitos palavrões... Muitas baixarias... mas, um questionamento aos mestres da Comunicação: por que mais de 30 milhões de views no Youtube?... Algo tem aí que os "santos" da comunicação não conseguem entender.

quarta-feira, 16 de março de 2011



Após uma terceira explosão em um de seus reatores nucleares, a usina da Fukushima Daiichi, no Japão, começou a deixar escapar radiação em níveis que se aproximam do preocupante, alertaram nesta terça-feira as autoridades japonesas.

Leia a seguir sobre a seriedade do incidente nuclear e o risco destes vazamentos para a saúde no Japão e nos países vizinhos.

Qual é a escala do vazamento de material radioativo?

O governo japonês afirmou que os níveis de radiação após as explosões na usina de Fukushima podem afetar a saúde humana. Foram detectados níveis de radiação mais altos ao sul da instalação. Moradores que vivem em um raio de 30 km da usina foram aconselhados a deixar suas residências ou permanecer em casa a portas fechadas para evitar exposição. Em Tóquio, os níveis estariam acima do normal, mas sem apresentar riscos à saúde. Na segunda-feira, as autoridades em Fukushima haviam informado que 190 pessoas foram expostas a radiação e um navio militar americano, o porta-aviões USS Ronald Reagan, havia detectado baixos níveis de radiação a uma distância de 160 km da usina de Fukushima.

O vazamento pode se espalhar para os países vizinhos?

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) descreveu o vazamento como um evento de nível quatro em uma escala internacional, o que significa um incidente "com consequências locais". Na Rússia, por exemplo, não foram detectados níveis anormais de radiação e por ora o problema não representa um problema para outras partes do mundo.

Que tipo de material radioativo escapou?

As informações são de que houve vazamento de isótopos de césio e iodo nas redondezas da usina. Especialistas dizem que seria natural haver também um escape de isótopos de nitrogênio e argônio. Mas não há evidências de que tenham escapado plutônio ou urânio.


Técnicos se protegem contra radiação em área perto da usina
Qual é o risco destas substâncias radioativas para a saúde?

Em um primeiro momento, a exposição a níveis moderados de radiação pode resultar em náusea, vômito, diarreia, dor de cabeça e febre. Em altos níveis, essa exposição pode incluir também danos possivelmente fatais aos órgãos internos do corpo. No longo prazo, o maior risco do iodo radioativo é o câncer, e as crianças são potencialmente mais vulneráveis. A explicação para isso é que, nas crianças, as células estão se multiplicando e reproduzindo mais rapidamente os efeitos da radiação. O desastre de Chernobyl, em 1986, resultou em um aumento de casos de câncer de tireóide (região em que o iodo radioativo absorvido pelo corpo tende a se concentrar) na população infantil da vizinhança da usina.

Há prevenção e tratamento?

Sim, é possível prevenir o problema com pastilhas de iodo não-radioativo, porque o corpo não absorve iodo da atmosfera se já estiver "satisfeito" com todo o iodo de que necessita. Especialistas dizem que a dieta dos japoneses já é rica em iodo, o que ajuda na prevenção. Césio, urânio e plutônio radioativos são prejudiciais, mas não atacam nenhum órgão do corpo em particular. O nitrogênio radioativo se dissipa em segundos após a sua liberação, e o argônio não apresenta riscos para a saúde.

Como se deu o vazamento do material radioativo?

A usina de Fukushima teve problemas com o sistema de resfriamento de seus reatores, que superaqueceram. A produção de vapor gerou um acúmulo de pressão dentro do reator e a consequente liberação de pequenas quantidades de vapor. Para especialistas, a presença de vapores de césio e iodo – que resultam do processo de fissão nuclear – sugere que o invólucro de metal que guarda alguns dos bastões de combustível pode ter se quebrado ou fundido. Mas o combustível de urânio em si tem um altíssimo ponto de fusão e é improvável que tenha se liquefeito, e ainda mais improvável que tenha se convertido em vapor.


Apesar de alarme, especialistas dizem que 'novo Chernobyl' é improvável
De que outras formas pode haver vazamento?

Como plano de contingência, os técnicos estão usando água do mar para resfriar os reatores. Na passagem pelo reator, esta água é contaminada. Ainda não está claro se o líquido ou parte dele foi liberado na natureza.

Quanto tempo vai durar a contaminação?

O iodo radioativo se dissipa rapidamente e a estimativa é de que a maior parte terá se dissipado em um mês. O césio radioativo não permanece no corpo por muito tempo – a maior parte terá saído em um ano. Entretanto, a substância fica no ambiente e pode continuar a representar um risco por muitos anos.

Pode haver um desastre nos moldes de Chernobyl?

Especialistas dizem que essa possibilidade é improvável. As explosões ocorreram do lado de fora do compartimento de aço e concreto que envolve os reatores, que aparentemente permanecem sólidos. Foram danificados apenas o teto e os muros erigidos ao redor dos compartimentos de proteção. No caso de Chernobyl, a explosão expôs o núcleo do reator ao ar. Por vários dias, seguiu-se um incêndio que lançou na atmosfera nuvens de fumaça carregadas de conteúdo radioativo.

Pode haver uma explosão nuclear?

Não. Uma bomba nuclear e um reator nuclear são coisas diferentes.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Sacos plásticos poluem menos o meio ambiente do que algodão e papel, diz estudo


Uma pesquisa encomendada pelo governo da Inglaterra e que ainda não foi divulgada oficialmente no mercado, sugere que os sacos plásticos podem ser muito menos prejudiciais ao meio ambiente do que se defende hoje. Um resumo do relatório, divulgado pelo jornal The Independent, no último domingo (20/2), aponta que as sacolas de polietileno de alta densidade – utilizadas em supermercados, padarias, entre outros – causam até 200 vezes menos danos à natureza do que as sacolas retornáveis de algodão, defendidas como uma alternativa ‘verde’.


O estudo aponta também que os sacos plásticos emitem menos do que um terço do CO2 equivalente - medida para analisar os gases de efeito estufa nocivos à atmosfera - necessário para produzir sacolas de papel.


O relatório sugere que uma sacola plástica de polietileno contribui com a emissão do equivalente a 1,57 kg de gás carbônico na atmosfera, caindo para 1,4 kg se o saco for reutilizado apenas uma vez. No caso das sacolas de algodão, por sua vez, elas precisariam ser reutilizadas 171 vezes para emitir um nível similar de CO2 equivalente das versões de plástico usadas apenas uma vez.


Ou seja, para serem realmente sustentáveis, as sacolas recicláveis de algodão precisariam ser reutilizadas mais de 171 vezes pelos usuários, caso contrário, estariam contribuindo para uma emissão maior de gases de efeito estufa na atmosfera do que as versões em plástico.


No caso dos sacos de papel, eles precisariam ser reutilizados quatro vezes para emitir 1,38 kg de CO2 equivalente.


Segundo o site, o relatório conclusivo ainda está sendo revisado, mas a Agência Europeia do Meio Ambiente prometeu que irá publicá-lo em breve. Vale destacar que o estudo não deixa claro o impacto que o descarte inadequado das sacolas plásticas tem no meio ambiente.


Fonte: Greenpeace

sexta-feira, 11 de março de 2011

Papo pra loco...é possivel viajar no tempo


A viagem no tempo é um assunto comum em filmes, seriados e livros de ficção científica. Uma das obras mais famosas é “A Máquina do Tempo”, livro de H.G. Wells, que já foi adaptado para o cinema e para os quadrinhos mais de uma vez.

Antes de Wells, a viagem no tempo foi abordada por outros autores, e está presente até mesmo em textos sagrados e antigos, como o Mahabharata. No famoso texto hindu, o Rei Revaita viaja para o céu para se encontrar com o criador Brahma e, ao voltar, descobre que eras se passaram enquanto ele estava fora da Terra.

Embora Wells não tenha sido o primeiro a abordar o assunto em uma obra, ele foi o criador do termo “máquina do tempo”, que passou a ser usado para designar aparelhos utilizados pelos viajantes para ir de uma época a outra rapidamente.

Mas engana-se quem pensa que este é um assunto exclusivo de textos de ficção ou religiosos, como no caso do Mahabharata. Físicos conceituados vêm se dedicando à viagem no tempo a muitos anos e, embora a ciência veja o assunto de maneira mais moderada, ele continua tão fantástico quanto na ficção.

O bom e velho tempo
Antes de começarmos a “viajar”, é bom entendermos o que é o tempo.

Uma das definições é a de que o tempo é o intervalo que se passa entre o acontecimento de dois eventos. Tempo é aquilo que você gastou desde que você começou a ler este artigo, por exemplo.

Até o início do século XX, pensávamos que o tempo era absoluto, ou seja, que era o mesmo para todos nós e que isso poderia ser facilmente constatado por meio de relógios. Um segundo na Terra teria o mesmo valor que um segundo em qualquer parte do universo. Porém, alguns avanços científicos provariam que esse modelo era insuficiente em determinadas ocasiões.

Uma das principais evidências surgiu quando a velocidade da luz começou a ser medida. Durante essas experiências, os físicos notaram que o resultado era sempre o mesmo. A velocidade da luz era constante, independentemente da posição do observador.

Se lembrarmos das aulas na escola, podemos calcular a velocidade ao dividir distância percorrida pelo tempo (v=x/t). Se você percorreu 60 quilômetros em uma hora, a sua velocidade era de 60 km/h, por exemplo.

No caso da luz, a velocidade é constante. Ou seja, mesmo que a luz seja emitida por um objeto em movimento, a velocidade será sempre a mesma: 299.792.458 m/s. Se a velocidade não muda, alguma outra variável envolvida precisaria estar mudando. Nesse caso, a variável era o tempo.

Essa foi uma das descobertas de Albert Einstein durante a elaboração da Teoria Especial da Relatividade. A partir do estudo de Einstein, a nossa concepção sobre o tempo mudou: de absoluto e imutável, o tempo passou a ser relativo, podendo variar de acordo com as condições em que foi medido.

Além disso, o tempo e o espaço passaram a se comportar como se fosse um objeto só, que foi batizado de espaço-tempo. Ou seja, ir e voltar no espaço equivale a ir e voltar no tempo. Mais do que isso, os cientistas perceberam que, ao se movimentar em uma velocidade muito grande, próxima à velocidade da luz, por exemplo, o tempo passa mais devagar do que para quem está parado ou andando em uma velocidade inferior.

Com isso, nós chegamos à nossa primeira modalidade de viagem no tempo: viajar para o futuro.

Quer envelhecer menos? Pergunte-me como!


A viagem no tempo para o futuro, quando vista pela Física, não funciona como no cinema. Você não pode entrar em um veículo e simplesmente aparecer em uma época cheia de avanços tecnológicos e carros voadores. Porém, como já declarado anteriormente, é possível retardar o tempo.

Digamos que você deixe sua família na Terra, e parta em uma viagem pelo espaço em uma velocidade próxima da velocidade da luz. Quando você retornar, perceberá que terá se passado muito mais tempo na Terra do que para você. Ou seja, você “voltou” para o futuro. E consequentemente, também terá envelhecido menos do que os seus parentes e amigos que permaneceram no planeta.

Esses conceitos podem ser bastante confusos para leigos, mas no começo até mesmo os físicos foram relutantes em aceitar as ideais de Einstein. Com o passar do tempo eles perceberam que, por mais estranha que a teoria possa ser, ela combina com o que acontece na realidade.

E não pense você que esses conceitos estão muito distantes do nosso cotidiano. Se o seu celular possui GPS, você está carregando nada menos do que uma aplicação prática da Teoria da Relatividade dentro do seu bolso.

Como os satélites que integram o Sistema Global de Posicionamento estão se locomovendo em alta velocidade ao redor do planeta Terra, o tempo deles se passa de maneira diferente em relação ao nosso. Por isso, o tempo dos satélites e o tempo dos usuários do sistema precisam ser ajustados antes de serem sincronizados.

Uma situação semelhante é enfrentada pelos astronautas em órbita ao redor da Terra. Por estarem se movendo rapidamente ao orbitar o nosso planeta, é possível perceber que o tempo, para eles, passou alguns milésimos de segundo mais lento.

Se levarmos isso em consideração, podemos dizer que o nosso primeiro viajante do tempo foi o cosmonauta russo Sergei Avdeyev. Com mais de 748 dias a bordo da estação Mir, orbitando a uma velocidade de aproximadamente 7,5 km/s, Avdeyev viajou cerca de 20 milissegundos no futuro, o que ainda é considerado como sendo o recorde de viagem no tempo de um ser humano.

Viagem para o passado




Fonte da imagem: Wikipedia

Como vimos até agora, é relativamente “fácil” viajar para o futuro. O problema aparece mesmo quando o assunto é voltar para o passado. Nesse cenário aparecem novas ideias, tão fantásticas quanto as que já foram apresentadas.

Em tese, viajar para o passado seria possível se a barreira da velocidade da luz fosse ultrapassada. Mas isso seria fisicamente impossível. Embora a Física Quântica aceite a possibilidade da existência de partículas que se movem mais rapidamente do que a luz, é improvável que alguém ou algo pudesse ser acelerado até essa velocidade, pois isso exigiria uma quantidade infinita de energia.

Isso gera um problema até mesmo para escritores de ficção-científica. Digamos que uma guerra estelar esteja acontecendo a seis anos-luz daqui. Sem ultrapassar a velocidade da luz, uma nave levaria, no mínimo, 12 anos para ir e voltar da guerra. Isso tornaria os filmes e livros muito chatos, certamente.

Porém, o problema pode ser solucionado com uma nova informação, prevista na Teoria Geral da Relatividade, publicada por Einstein em 1915: de acordo com essa teoria, a gravidade não é uma força que age sobre o universo, como as demais, mas uma consequência de o espaço-tempo não ser plano.

O espaço-tempo é curvo e, por isso, a órbita de planetas como a Terra formam elipses. Os corpos celestes não estão traçando uma curva no espaço, mas apenas seguindo o formato que ele tem.



Fonte da imagem: Wikipedia

Se conseguíssemos curvar ainda mais o espaço-tempo, poderíamos cortar grandes distâncias do espaço em pouco tempo, através de objetos conhecidos como Buracos de Minhoca (Wormholes).

Ao criar, de alguma forma, um Wormhole, ele se comportaria como uma espécie de túnel, que ligaria duas regiões muito distantes. O Buraco de Minhoca seria como um atalho para distâncias astronômicas.

Isso tornaria as batalhas estelares da ficção-científica bem mais ágeis, não acha? Essa é uma das razões de esses “atalhos” aparecerem com tanta frequência nos livros e filmes que abordam viagens pelo universo.

Mas como dissemos antes, nesse cenário o tempo é apenas mais uma dimensão do espaço. Então, além de podermos nos locomover nos eixos X, Y e Z, poderíamos também encontrar um atalho pelo tempo em direção à outra época.

Vale a pena lembrar que, embora essas teorias sejam difíceis de entender e pareçam só funcionar no cinema, elas foram desenvolvidas com base em conhecimento científico. Então, por mais improvável que pareça, seria possível viajar no tempo caso tivéssemos o conhecimento e a engenharia necessária para isso. Ou melhor, não seria impossível, já que não conhecemos nenhuma lei Física que impossibilite a viagem no tempo.

Porém, ao viajar para o passado, algumas ocasiões contraditórias poderiam acontecer. Seriam esses paradoxos uma prova da impossibilidade da viagem no tempo? Como solucioná-los?

Os paradoxos e suas soluções


Fonte da imagem: Nature

Uma das contradições mais famosas ao tratarmos das viagens no tempo é o Paradoxo do Avô. Ele pode ser explicado de pelo menos duas formas.

A primeira situação seria a seguinte: um cientista inventa uma máquina do tempo e viaja para o passado. Então ele decide encontrar ele mesmo e impedi-lo de inventar a máquina do tempo.

Mas nesse caso, se a máquina do tempo não foi inventada, como é que ele voltou para o passado?

Situação semelhante, porém mais violenta, teria o viajante que voltasse no tempo para matar o próprio avô, impedindo assim que seu pai nascesse, por exemplo, e, consequentemente, que ele próprio nascesse. Novamente, uma contradição acontece: afinal, se ele não nasceu, não poderia ter voltado no tempo para evitar o próprio nascimento.

Como é que essas situações poderiam ser resolvidas, já que a viagem no tempo, aparentemente, não é impossível de ser realizada?

Existem pelo menos duas soluções para o problema. A primeira é a mais simples e, por coincidência, a menos divertida: a interação com o passado não seria permitida. Em outras palavras, o viajante apenas observaria os acontecimentos, como se estivesse uma máquina de realidade virtual.

A outra solução para os paradoxos é a preferida de todos e também a mais “viajante”: universos paralelos.

De acordo com a física quântica, quando uma “decisão” precisa ser tomada, todas as possibilidades são tomadas paralelamente.


Calma, vamos explicar!

Digamos que uma partícula esteja se locomovendo em direção a uma parede com dois buracos. Ao se aproximar, ela precisará passar por um dos buracos (esquerda ou direita), para prosseguir. Mas não importa por qual buraco ela esteja passando, pois ela já passou pelos dois ao mesmo tempo.

E sabe o que deixa essa situação ainda melhor? Nós não conseguimos detectar ela passando pelos dois buracos, pois afinal, nós e o nosso equipamento de medição estaríamos em apenas uma das realidades.

Podemos então pensar que, quando tomamos alguma decisão ou simplesmente praticamos alguma ação, acabamos criando uma cópia do universo, que passa a se comportar de acordo com a ação ou decisão que escolhermos. Algo que, de acordo com a Física Quântica, acontece a todo o momento, mesmo sem a viagem no tempo.

Simultaneamente, outros universos, com realidades paralelas, foram criados, com a vida seguindo normalmente por lá, como se tivéssemos escolhido ou feito outra coisa.

Dessa forma, um viajante que voltasse no tempo, poderia na verdade estar indo para um universo paralelo, enquanto permaneceria no presente de outro universo. Assim, ele poderia matar o “avô” sem interromper a própria existência.

Porém, o viajante no tempo poderia correr o risco de, ao impedir a própria existência, acabar modificando o mundo todo. É o chamado Efeito Borboleta, em que qualquer interação, por menor que seja, pode causar efeitos imprevisíveis, alterando completamente o curso da história.

Para resumir...
Seria possível viajar no tempo? “Sim”, seria a resposta mais curta. Porém, muitos aspectos ainda precisam ser estudados e, obviamente, precisaríamos de uma tecnologia que ainda estamos longe de conseguir.

Recentemente uma notícia esquentou um pouco mais a discussão sobre o assunto. Pesquisadores da Universidade de Queensland, Austrália, descobriram que é possível enviar “mensagens” para o futuro.

O entrelaçamento quântico prevê que, quando duas partículas estão muito próximas uma da outra, elas acabam se comportando como se fossem uma só. Mesmo depois de distanciadas, qualquer alteração provocada em uma das partículas acabaria modificando também a outra.

O que o Dr. S. Jay Olson descobriu foi que, além do espaço, o entrelaçamento quântico também afeta o tempo. Assim, o estado de uma partícula que exista às 11h45, por exemplo, pode ser enviado para a mesma partícula às 12h15, sem precisar passar pelo intervalo de tempo que as separa.

Olson chega a fazer uma analogia com um dos episódios da série de TV Jornada nas Estrelas. Em uma das aventuras da tripulação, o expert em teletransporte Scotty vai parar em um planeta distante, com uma quantidade limitada de ar. Assim, para sobreviver, Scotty usa o teletransporte para se “congelar” no espaço-tempo, na forma de pequenas partículas. Assim, quando a Enterprise chega ao planeta, décadas mais tarde, ela pode completar o teletransporte de Scotty, levando-o de maneira segura para dentro da nave e, mais importante, sem que ele tenha envelhecido um dia sequer.

“Não é a viagem no tempo da forma como costumamos pensar nela, quando de repente, puf!, você está no futuro. Mas você consegue pular o tempo que teria que percorrer para chegar até o futuro”, diz Olson.

Entrevista com o Prof. Dr. Elcio Abdalla
O Baixaki também conversou sobre o assunto com o Prof. Dr. Elcio Abdalla, da Universidade de São Paulo. Abdalla é físico e possui pós-doutorado em Física das Partículas Elementares e Campos, pela USP, além de ser professor com livre-docência na mesma instituição.



Baixaki: É mesmo possível viajar no tempo? Qual é a sua opinião sobre o assunto?

Abdalla: A teoria da Relatividade Geral permite, havendo várias soluções das equações de Einstein que o permitem. Recentemente meu estudante de doutorado Alan Pavan escreveu uma tese sobre o assunto, sobre a qual escrevemos um artigo em Physical Review D (Abdalla, Molina e Pavan, Phys.Rev. D 81, 044003 (2010)). De modo geral, soluções com rotação permitem as chamadas máquinas do tempo (volta ao passado). O exemplo mais simples constitui-se por duas cordas infinitas em rotação. O problema prático é que é necessária uma energia enormemente grande para a tal máquina. Máquinas que nos levam ao futuro são mais simples, basta entrar em um buraco com uma quantidade enormemente grande de matéria ao redor. Ao sairmos do buraco, muito tempo terá se passado e estaremos no futuro. Ainda assim, o trabalho para se fazer tal máquina é muito grande.

Baixaki: Por que esse assunto interessa à Física?

Abdalla: São questões que nos remetem aos aspectos da teoria onde há paradoxos. Quando há paradoxos, significa que alguma coisa não foi compreendida, e podemos então aprender algo novo.

Baixaki: Por que é mais "fácil" viajar para o futuro do que para o passado?

Abdalla: A viagem para o futuro não apresenta grandes paradoxos, mas para o passado há sempre a questão do "paradoxo do avô", entre outros. Acreditamos que viagens ao passado sejam impossíveis mas não sabemos por quê.

Baixaki: A viagem no tempo é muito difundida na literatura e nos filmes de ficção científica. Essa popularidade do tema chega a atrapalhar a ciência?

Abdalla: Não acredito que haja problemas, os físicos pensam independentemente da ficção científica.

Baixaki: A viagem no tempo permite algumas situações paradoxais, como a prevista pelo Paradoxo do Avô. Como o senhor vê essas situações? Acha que eles tornam a viagem no tempo impossível? Ou acredita que a viagem no tempo possa ser implementada de maneira que tais paradoxos seriam resolvíveis?

Abdalla: Acredito que haja empecilhos que advém da mecânica quântica. Isto é o cerne da discussão publicada em meu artigo com meu estudante Alan Pavan e nosso colaborador Carlos Molina. Suponho que a mecânica quântica seja o empecilho para a volta no tempo. No entanto a questão é muito difícil e uma solução final está longe de nosso alcance.

Baixaki: O Grande Colisor de Hádrons (LHC) poderia trazer mais respostas para questões relacionadas ao tempo ou à viagem no tempo?

Abdalla: Pode, exatamente através da compreensão da gravitação quântica. No caso do LHC está questão é central.

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Caso você tenha lido todo o artigo e não esteja com dor de cabeça, pode ser que deseje buscar mais detalhes sobre a viagem no tempo e outros assuntos relacionados à Física. Por isso, recomendamos a leitura de pelo menos cinco livros.

Três deles são do famoso matemático, astrofísico e doutor em cosmologia Stephen Hawking, que já ocupou a cadeira de Newton como professor lucasiano na Universidade de Cambridge. Os títulos são “Uma Breve História do Tempo”, “Uma Nova História do Tempo” e “O Universo Numa Casca de Noz”.

Além desses, outros dois são indicados: “A Essência da Realidade”, de David Deutsch, “A Física do Impossível”, de Michio Kaku, e "Cosmologia, dos mitos ao centenário da relatividade", de Elcio Abdalla e Alberto Saa.



(fonte baixaki)

Carnaval acabo mais oque nós festejamos ?


O que é o Carnaval?


O Carnaval é uma festa anual, celebrada de forma diferente em vários países do mundo. Ao tentar compreender o seu significado podemos aprender muito sobre nós próprios e sobre os outros. O Carnaval, ao contrário do que possamos pensar, é muito mais do que uma altura do ano em que reinam as palhaçadas e brincadeiras. O Carnaval constitui uma forma de expressão em constante evolução, que nos liga ao nosso passado e mostra muito sobre a forma como cada cultura interage com o ambiente que a rodeia. O poder e a criatividade que assumem os Carnavais do Brasil e das Caraíbas exemplificam o modo como esta forma de arte pode ser determinante na vida dos povos, pela celebração daquilo que nos torna diferentes dos outros



A palavra Carnaval



Existem duas teorias fundamentais quanto à origem e significado da palavra Carnaval A primeira atribui à palavra Carnaval uma origem profundamente religiosa, com um significado quase oposto ao da diversão, brincadeiras e malícia a que a associamos hoje em dia. "Carnaval" teria tido origem no latim carnevale (carne+vale = carne+adeus), e seria a designação da "Terça-Feira Gorda" o último dia do calendário cristão em que é permitido comer carne, uma vez que, no dia seguinte, inicia-se a Quaresma. Já a segunda teoria é peremptória em afirmar que a palavra Carnaval vem de Carrus Navalis, por influência das festas em honra de Dionísio, onde um carro, com um enorme tonel, distribuía vinho ao povo na Roma antiga.



Muitas das celebrações carnavalescas são bastante mais antigas do que a própria religião cristã, tendo sido alvo de diferentes manifestações ao longo da história. No fundo, todos os carnavais são reminiscências das festas dionisíacas da Grécia Antiga, dos bacanais de Roma e dos bailes de máscaras do Renascimento. Mas, para ficarmos com uma ideia geral de como foi a evolução do Carnaval, o Comezainas preparou uma pequena cronologia:



Cronologia do Carnaval



· 4000 a.C. Festas agrárias realizadas no antigo Egipto em devoção a Osíris

· 605 a 527. Oficialização do culto a Dioniso na Grécia, com bacanais e vinho

· século V a.C. Referências de cultos semelhantes ao de Dioniso entre os Hebreus, a Festa das Sáceas; entre os Babilónios, a festa da Deusa Herta

· 186 a.C. O Senado Romano reprime os bacanais, festas em homenagem a Baco, o Dionísio dos Romanos, pois geram desordens e escândalo

· 325 d.C. O Concílio de Niceia institui forma de cálculo da data da Páscoa, determinando que a Quaresma se inicia 40 dias antes

· 590 O Papa Gregório I, cria a expressão dominica ad carne levandas, sucessivamente abreviada até a palavra Carnaval

· Idade Média Os franceses comemoravam o Carnaval com sexo e vinho. Em Itália fazem-se cortejos e as pessoas divertem-se com batalhas de água, ovos, etc. A Europa divide-se em países que encaram o Carnaval como celebração religiosa e países em que o Carnaval é a festa da gula, do vinho, da música e do sexo

· 1464 O Papa Paulo II incentiva o Carnaval de Veneza na sua vertente religiosa, mas o Carnaval continua a ser visto como um período de permissividade associado ao uso das máscaras transformadoras, alegorias e fantasias

· 1723 Portugueses introduzem celebrações do Entrudo no Brasil



O Carnaval no mundo



Carnaval em Portugal: celebração da vida e da morte

As tradições carnavalescas específicas de Portugal são um misto de paganismo e de religiosidade; assim, a par da preparação para a Quaresma, o carnaval em Portugal bebeu de muitos ritos pagãos ligados a celebrações da natureza, sobretudo de recomeço da vida purificada na Primavera, com a morte das culturas antigas e o germinar das novas. Por isso, enraizado no folclore português está o enterro de uma personagem, de um animal ou de uma coisa comum (o mais constante é o Enterro do Bacalhau), para depois se celebrar a vida, com danças, cortejos, muita cor, luz e música. Assim se vislumbram os motivos da morte que se projectam da festa da vida que é o Carnaval. Em muito locais, associado ao Enterro do Bacalhau, surge um Julgamento, que funciona como sátira à imposição eclesiástica de abstinência e jejum durante a Quaresma. A origem destas celebrações perdeu-se no tempo.



Brasil

Os festejos carnavalescos, com o nome de Entrudo, foram levados para o Brasil pelos portugueses. Durante estes festejos eram levadas a cabo brincadeiras violentas, com os foliões a lançarem farinha, tintas e água suja uns aos outros. Estas práticas foram proibidas por lei e, por isso, passaram a ser utilizadas serpentinas de papel e confetti coloridos. Aos poucos, o entrudo português foi sendo adaptado, ao assimilar as tradições africanas. A tradição dos desfiles tem origem nas reuniões de escravos, que organizavam cortejos com bandeiras e improvisavam cantigas ao ritmo de marcha. Aos escravos devem-se os ritmos e instrumentos de percussão usados no Carnaval brasileiro. No século XIX, os operários urbanos começaram a juntar-se em grémios (associações profissionais), que continuaram e desenvolveram a tradição dos desfiles. Ao mesmo tempo que se desenvolviam as futuras escolas de samba, institucionalizadas no Rio em 1935, as classes altas importavam da Europa os sofisticados Bailes de Máscaras e as Alegorias. Em 1870 foi criado o Maxixe, um tipo de música específico para o Carnaval. Hoje em dia, o Carnaval é um dos expoentes máximos do Brasil, atraindo anualmente turistas de todo o mundo.



Carnaval nas Caraíbas

Poucos sabem que o Carnaval é, para os povos das Caraíbas, uma das celebrações mais importantes do ano. Nesta região, talvez mais do que em qualquer outra zona do mundo, as influências africanas foram determinantes: no início do século XIX já tinham sido levados para as Caraíbas cerca de 6 milhões de escravos africanos. Assim, as raízes do Carnaval nesta região pouco ou nada têm a ver com a religião católica ou com hábitos europeus mais ou menos promíscuos oriundos da Idade Média. Nas Caraíbas, o uso de máscaras, penas, fantasias e instrumentos de percussão, bem como o hábito dos desfiles, teve origem em rituais africanos de cura, exorcismo de maus espíritos, obtenção de sorte e felicidade. Nos Barbados, Jamaica, Granada, Republica Dominicana, Haiti, Cuba, Saint Martin, Ilhas Cayman, etc., onde os coloridos desfiles são uma constante, são muitas e variadas as celebrações de Carnaval que podemos encontrar, muitas delas resultantes da fusão entre rituais africanos e tradições Europeias.



Os espaços Carnavalescos

O Carnaval tem dois espaços típicos onde é celebrado: nas ruas e nos salões. Os Carnavais de rua, com desfiles, de que são exemplo os carnavais do Brasil, Caraíbas e Alemanha, têm uma origem greco-romana e africana popular muito marcada. Já os Carnavais de salão, com os bailes de máscaras, têm uma origem mais erudita, como é o caso do de Veneza. Em Portugal encontramos os dois tipos de espaços, com clara predominância das ruas.





( Fonte: Wikipédia )